no centro da mesa estava desenhada a essência do amor: uma rosa e uma arma. a loucura tem destas coisas coisas, os extremos são sempre o que estão mais perto, demasiado perto.
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o tempo desgastava-se fugindo de si próprio.
o silêncio era insuportável. o pânico de estar contaminado corria o corpo de cima a baixo, não havia nada a fazer. nada. o olhar estava diferente, não fixava o que queria, fixava o que sentia.
é só uma doença que não tem cura.
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@ The Postal Service. Sleeping in
Publicado por truth em abril 30, 2004 08:22 PMok...tá apaixonado...saberei eu por kem? ;)
agora a serio...essa eterna batalha do amor, ochoque de oposto, a doença que nos consome a pouco e pouco...parece uma inevitáve queda num abismo sem fim, mas é queda, esse confronto que me dá forças no dia a dia...para mim tem um nome, catarina e uma definição: amor
Não parece paixão...parece depressão! Ó fofo, saia de casa, vá ao campo colher umas flores, sentir o vento a fazer amor nos seus cabelos, olhar esse céu, ora azul, ora cinzento...mas vá...e ouça os pássaros o zunir das abelhas que poisam de flor em flor, oiça a água do rio correr e pense: sou feliz porque estou Aqui, Agora...em comunhão com a natureza! Sou Eu, e Eu SOU! EXISTO!
Felicidades,
Abraço, WB
As doenças curam-se, estas da alma. Bjs
Afixado por: Marta em maio 3, 2004 09:05 AM